Quando te vi parado na porta imagino que logo pensou o quão minha vida era torta.
Mas de tudo e do passado tão presente na mente, tenho ainda o gosto do chá e o frio das pernas no chão.
O macarrão com vodka e coca zero da quinta feira festeira.
Os cigarros e os acordes da madrugada inteira.
O balançar do balanço quando empurraste a rede.
As vozes e a caneca que quebramos com leite quente.
Da descoberta e da ilusão latente.
Guardo na mente
em Maio
até o presente
de hoje
e eter
em nossas mentes.
Camila Benevides.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário